Forma Folia


Forma Folia é um evento anual que reúne uma programação musical, onde os públicos são passageiros Forma Turismo do ano atual e do próximo ano, de todos os destinos oferecidos para o 3º colegial, como uma festa de confraternização entre os passageiros. Trabalhamos da seguinte forma:



·         Troca de ingresso do Forma Folia 2011: passageiros Forma Turismo do 3º ano 2011/2012, maiores de 16 anos foram até os cinco pontos de troca descritos no vale- ingresso, levando seu vale-ingresso,  seu RG (original ou cópia autenticada), e mais 2kg de alimento não perecível. Conferimos todas as exigências acima, preenchemos o ingresso com os dados do passageiro e damos baixa no sistema que ele retirou o ingresso para o show;

·         Staff no Forma Folia 2011: evento que reuniu todos os passageiros do 3º colegial de 2011 e 2012 que foram viajar com a Forma Turismo para qualquer destino com um show exclusivo dos Dj Manteiga, Dj Rodriguinho e Dj Carlos Dall’Anese, Sharon, Claudia Leitte e Inimigos da HP, que aconteceu no dia 03 Setembro de 2011, no Estância Alto da Serra; Onde orientava os passageiros onde estavam os palcos de cada show  seus horários.


Claudia Leitte- Forma Folia 2011

Forma Folia 2011



Com base nos conceitos abaixo, nota-se o caráter intangível dos serviços. Segundo Kotler (2000) a intangibilidade é característica dos serviços porque eles não podem ser vistos, provados, sentidos, ouvidos ou cheirados antes da compra. A inseparabilidade dos serviços está no fato que, geralmente, são produzidos e consumidos simultaneamente, ou seja, para que o serviço aconteça dependemos das duas partes, o prestador de serviço e o cliente (consumidor). Variabilidade significa que os serviços dependem de quem os fornece, além de onde e quando são fornecidos. E a perecibilidade reside no fato de que os serviços não podem ser estocados, ocasionando problemas em mercados onde a demanda é instável, já que oscila bastante.

No caso da intangibilidade neste evento, são as experiências e as emoções que o evento proporciona. A inseparabilidade é que é preciso dos staffs que são os prestadores de serviço, porém sem os passageiros não há o porquê da existência do evento. Ou seja, o serviço é inseparável. A variabilidade, um evento nunca é igual ao outro, pois cada visitante tem uma reação e uma percepção dos shows. Já a perecibilidade tem como exemplo, caso no meio do evento você recebe uma ligação e precisa sair e ir a um compromisso, porém não acabou o show que queria ver, o passageiro perderá o serviço e não terá como estoca-lo.


Referência Bibliográfica

Kotler, Philip. Administração de Marketing. 10 ed. São Paulo: Pearson,2000.
 

Museu do Futebol


A vista técnica ao Museu do Futebol teve como objetivo analisar um espaço público, no âmbito da comunicação e informação ao visitante e o envolvimento das organizações públicas e privadas no projeto. Ainda apontar a relação da prática com a teoria sobre os assuntos que serão abordados.

Tendo como iniciativa do projeto duas organizações públicas, tais como: a Prefeitura de São Paulo e o Governo do Estado, segundo o site do Museu do Futebol a iniciativa tem como missão: 

Investigar, divulgar e preservar o futebol como manifestação cultural brasileira. Esse é o pilar fundamental da missão do Museu do Futebol. Para isso, trabalhamos a inserção histórica e cultural desse esporte no Brasil por meio de exposições, ações educativo-culturais, pesquisas e procedimentos de salvaguarda, valorizando a prática que atravessa o cotidiano do país desde fins do século XIX.

O Museu do Futebol está localizado na Praça Charles Miller, s/n- Estágio Paulo Machado de Carvalho- São Paulo (Anexo A), sendo conhecido popularmente como Estádio do Pacaembu. A visita foi realizada em 24 de Março de 2012 das 14h às 16h, tendo como material de pesquisa panfletos disponíveis no museu e o próprio site do projeto.
A implantação do Museu do Futebol foi uma iniciativa do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo - por meio da Secretaria Municipal de Esportes e da São Paulo Turismo – com concepção e realização da Fundação Roberto Marinho e patrocínio da AMBEV, Telefônica, Santander, Cielo e Rede Globo. Trecho retirado do link a seguir: (http://www.museudofutebol.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Preserve-seu-acervo_CRFB.pdf)
Situado embaixo das arquibancadas do Estádio Paulo Machado de Carvalho, o Pacaembu, o horário de funcionamento é de terça a domingo, entrada das 9h às 17h e permanência até 18h. Lembrando que o horário está sujeito à alteração em dias de jogos no estádio, podendo sempre consultar a agenda no site antes de visita-lo para não “perder a viagem”. O valor dos ingressos é: R$ 6,00 inteira e meia-entrada para estudantes, aposentados e maiores de 60 anos, mediante comprovação, sendo gratuito às quintas-feiras.
 A seguir é possível visualizar os 6.900m² de área do museu. Nesses 6.900 m², podemos encontrar um museu inteiramente interativo, onde você mergulha na história do futebol brasileiro.

Mapa do Museu do Futebol

Saudação do Rei Pelé, com o papel de anfitrião do museu, dando boas-vindas ao visitante em três línguas português, inglês e espanhol, todas elas com legenda. Para os estrangeiros há os Áudio-guias (em inglês e espanhol) além de totens informativos em 3 línguas (português, inglês e espanhol) e Braille em todas as salas do Museu.
Saudação Pelé


De acordo com Lashley (2004), para o anfitrião, os motivos para ser hospitaleiro são basicamente não pertinentes: o desejo se suprir com exatidão a qualidade de hospitalidade que assegurará a satisfação do hóspede, desejo de limitar o número de reclamações e, esperançosamente, o desejo de gerar uma visita de retorno enquanto se apura o lucro.
O Museu do Futebol é o primeiro museu da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo planejado para ser acessível.

Elevador

Estes recursos são muito importantes para toda e qualquer pessoa tenha acesso a esse grande acervo de patrimônio cultural


Segundo Lemos (1987), patrimônio cultural não são somente bens tangíveis e valiosos, os bens intangíveis como o cotidiano, costumes e pensamentos, seus valores culturais também fazem parte.  Através das três categorias de Bohan e do conceito de Lemos, o Museu do Futebol faz parte do patrimônio cultural da sociedade brasileira, onde através do resgate histórico e cultural é possível ver a evolução tanto do futebol como a própria história do país, da nossa formação étnica e os valores sociais que o Brasil criou. Como por exemplo, no caso dos mulatos e mestiços que pouco a pouco foi tomando para si o futebol e o reinventando, pois por ser antigamente um esporte que brancos e ricos, os negros não podiam pratica-lo.

O museu através do lúdico e interativo tem total atenção dos seus visitantes, saindo de lá com vontade de voltar, além de passar o tempo em um espaço educativo sobre um dos nossos patrimônios históricos que é o futebol.
A análise SWOT é uma ferramenta para a empresa poder desenvolver metas especificas para o período do planejamento. A unidade de negócios deve estabelecer um sistema de inteligência de marketing para acompanhar tendências e mudanças importantes. A administração precisa identificar as oportunidade e ameaças associadas a cada tendência ou desenvolvimento. Cada negócio precisa avaliar periodicamente suas forças e fraquezas internas (Kotlher, 2000).


Análise  Interna
PONTOS FORTES
PONTOS FRACOS
Maior fluxo da demanda;
Fácil acesso ao público alvo;
Várias opções de transporte público;
Incentivo de política pública;
Ocasião para aplicar o turismo cultural e social;
Preço acessível ao público;
Possibilidade de patrocínio.
Poucas vagas para estacionar na rua;
Falta de limpeza e segurança nas ruas;
Recursos financeiros limitados;
Falta de mobilização da população local para com o projeto;
Falta de divulgação do novo local tematizado;
Pessoal não qualificado para atender a demanda, não hospitaleiros.

 



 Análise Externa
OPORTUNIDADES

AMEAÇAS
Expandir conhecimento;
Expandir mercado;
Incentivo a visita à museus
Criar novas parcerias;
Desenvolvimento Cultural.

Maior circulação da demanda podendo faltar mão de obra qualificada para atender à todos;
Concorrência indireta dos outros locais de entretenimento de São Paulo;
Não conseguir atingir a demanda potencial;
Super lotação nos transportes e trânsito irritando os visitantes.







Esses são alguns dos elementos necessários para a criação de um plano diretor de qualquer natureza turística. 


Turismetrô

O QUE É?
O Turismetrô é o fruto de uma parceria entre a São Paulo Turismo e o Metrô. Com ele você vai percorrer inúmeros pontos turísticos e históricos da cidade de São Paulo. Para isso foram oferecidos cinco roteiros diferentes, sendo que todos os percursos têm acompanhamento de guias bilíngues que contam a história de São Paulo e intervenções artísticas realizadas por atores que interpretam diferentes personagens em determinado ponto dos trajetos, contando curiosidades de uma forma divertida e dinâmica. Todos os roteiros têm como ponto de partida a Estação Sé do Metrô.
COMO PARTICIPAR
Nos fins de semana, basta comparecer ao balcão do“TurisMetrô” na Estação Sé com pelo menos 20 minutos de antecedência do horário da saída dos grupos. Depois é só escolher um dos roteiros e adquirir o número de bilhetes unitários necessários.
Informações no balcão do Turismetrô, localizado na Estação Sé, que funciona aos sábados e domingos das 8h às 18h; ou pelos telefones:

(0xx11) 2958-3714 - segunda a sexta, das 8h às 17h.

(0xx11) 7716-5141 - segunda a sexta, das 9h às 18h; sábado e domingo,

das 8h às 17h.



 
ROTEIRO TURISMO NA SÉ:
Todos os sábados, às 9h.
Locais visitados:
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Metrô Estação Sé- Destino Estação São Bento

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Igreja São Bento e Largo de São Bento


Praça Antônio Prado   Rua 15 de Novembro    Rua do Comércio     Largo do Café

Praça do Patriarca      Igreja Santo Antônio       Rua da Quitanda

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Centro Cultural Banco do Brasil

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Exposição Antony Gormley- Corpos Presentes

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Café no Largo do Café - Banco do Brasil

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Sino da Paz ( Praça do Pateo do Collegio)

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Índio no Pateo do Collegio
Índio Pateo do Collegio

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Pateo do Collegio


                                                             

Capela do Beato Padre Anchieta      Casa Nº 1       Beco do Pinto      Solar da Marquesa*

Centro Cultural da Caixa Econômica


                                                                Praça da Sé

 

Marco Zero Catedral da Sé*

Observações:

  • Bilhetes de Metrô necessários: 1 

  • Para comprar o seu ingresso, basta ir até a Estação Sé do Metrô e procurar o balcão de informações do TurisMetrô.

  • Saídas: Estação Sé do Metrô todos os domingos, às 14h 

  • Duração média: 3 horas

  • O roteiro não sai em caso de chuva.

  • Itinerário pode ser alterado sem prévio aviso, visando à melhor operação do roteiro.

  • Máximo de 25 participantes por saída.



* As informações acima estão sujeitas a mudanças e alterações sem aviso prévio.



Observando o Turismetrô e suas parcerias, podemos vincular a fundamentos teóricos visto no último semestre do curso. Onde as Políticas Públicas de Turismo é um dos fatores do desenvolvimento no turismo.

Tendo como norteadores:

  • Cultura

  • Social

  • Econômico

  • Ambiental


A fim de auxiliar o rumo que o turismo no local seguirá.
Através das organizações públicas envolvidas neste projeto, Turismetrô, o roteiro se enquadra na Política de Turismo, onde é considerada a espinha dorsal do formular (planejamento), do pensar (plano), do fazer (projetos, programas), do executar (preservação, conservação, utilização e ressignificação dos patrimônios natural e cultural e sua sustentabilidade), do reprogramar (estratégia) e do fomentar (investimento e vendas), o desenvolvimento turístico de um país ou de uma região e seus produtos finais. Tendo assim, a implantação do conceito de políticas públicas, segundo as aulas é o conjunto de ações executadas pelo estado, nação ou município, enquanto sujeito, dirigida a atender as necessidades de toda a sociedade. São linhas de ações que buscam satisfazer ao interesse público.
Quando pensamos no centro de São Paulo, lembramos de história e consequentemente em patrimônio histórico e cultural. Segundo Varine- Bohan(apud Lemos), considera patrimônio cultural em três categorias:

  1. Elementos pertencentes a natureza, ao meio ambiente, ou seja a matéria prima que é transformada em material para o homem. Fazendo com que a sociedade cresça e se expanda.

  1. Envolve os elementos não tangíveis que compreende toda a capacidade de sobrevivência do homem no seu meio ambiente, que vão desde ações simples na natureza até ações super intelectuais, como na descoberta do não descoberto pelo homem, ou seja, esta categoria envolve o saber, o intelecto do homem.

  1. Reúne os bens culturais, tendo a junção do meio ambiente e do saber fazer e reunir os elementos certos para construir o desejado e consequentemente evoluir a sociedade.


Segundo Lemos (1987), patrimônio cultural não são somente bens tangíveis e valiosos, os bens intangíveis como o cotidiano, costumes e pensamentos, seus valores culturais também fazem parte.  Através das três categorias de Bohan e do conceito de Lemos, os pontos visitados faz parte do patrimônio cultural da sociedade brasileira, onde através do resgate histórico e cultural é possível ver a evolução tanto da arquitetura como a própria história do país, da nossa formação étnica e os valores sociais que o Brasil criou.



Referência Bibliográfica:



Lemos, Carlos A. C. O que é patrimônio histórico. São Paulo: Editora Brasiliense, 1987. 







 

 

Circuito Bio Matarazzo

O projeto Circuito Bio Matarazzo, com o objetivo de trazer oportunidades para o desenvolvimento do turismo sustentável, através da projeção de ações que levam em consideração os impactos ambientais, socioculturais e econômicos no Parque Piqueri visando à busca de equilíbrio entre o mercado, a comunidade e o ambiente gerando assim desenvolvimento sustentável.

Figura 1: Logo do projeto
Fonte: Arquivo pessoal
No entanto, foi preciso identificar a viabilidade de atividades de aventura e ecoturismo no espaço em estudo. Onde, primeiramente foi feito o levantamento de informações para a pesquisa de campo com aplicação de entrevistas para análise da demanda real e potencial, além de observar o entorno, no qual tem potencial para atrair demanda para o parque. Após a coleta dos dados, houve a tabulação e análise dos mesmos para identificar a viabilidade da aplicação da proposta.
Para alcançar o resultado pretendido buscamos fundamentos teóricos relativos ao assunto. Sobre a análise da oferta, onde discutiu-se, a história do local de estudo, perfil do público e motivação através de pesquisa de campo, análise da infraestrutura, sinalização com intuito de orientar os visitantes e o que o entorno do parque oferece ao público.
Para a elaboração do circuito, foi feito o estudo da capacidade de carga e mapeamento espacial que auxiliou na análise dos impactos ambientais evitando a degradação ambiental.


Figura 2: Mapeamento Espacial do Percurso
Fonte: Arquivo pessoal

Na questão legislação foram pesquisadas leis pertinentes ao uso do parque para a prática do circuito; e o patrocínio para o desenvolvimento do projeto. Quanto à gestão de segurança, adotamos as normas da ABNT, garantindo a segurança do participante minimizando os ricos de acidentes durante o percurso, qualificação e capacitação dos condutores e orientação e instrução do circuito, reduzindo assim os riscos e danos que eventualmente possam ocorrer.
Com o intuito de minimizar os impactos econômicos, socioculturais e ambientais, foi feito o mapeamento e análise dos efeitos multiplicadores de como gerenciá-los. E ainda a relação da sustentabilidade na aplicação do circuito Bio Matarazzo.
Organizando assim as informações, foi possível caracterizar a aplicação da gestão do projeto e análises das melhorias que podem ser feitas na gestão de um negócio turístico.
Espera-se que os participantes do circuito incorporem em seu cotidiano a sustentabilidade e analisem de que é possível praticar atividades turísticas que preservem o meio ambiente de uma forma lúdica e educacional.

Figura 3: E-mail marketing
Fonte: Arquivo Pessoal

A elaboração de projeto também teve como proposta a ampliação dos conhecimentos teóricos, aplicação da prática e conhecer outros campos de atuação profissional aos turismólogos.

Gestão de Segurança

Visando um sistema de gestão de segurança no turismo de aventura, é extremamente importante ressaltar os riscos e como tratá-los em determinadas eventualidades.

O primeiro passo é fazer o mapeamento de riscos com base no material da ABETA na apostila de Sistema de Gestão de Segurança e das NBR's, onde são identificados todos os riscos de uma atividades para assim análisa-los e avaliar o grau de cada risco.

De acordo com a Abeta, no Manual de boas práticas de sistema de gestão da segurança (2009), a análise de riscos é a combinação das probabilidades e consequências, tendo um resultado do nível de risco das situações de perigo possíveis na atividade.   Já a avaliação dos riscos determinará até que ponto o risco é admissível e através desses resultados é possível trabalhar na definição de tratamentos que devem ser planejados e implementados para os riscos apontados.

Após a coleta e análise de todos os dados mencionados acima é possível a elaboração da tabela abaixo.

Na tabela acima analisamos os riscos presentes na realização do Circuito Bio Matarazzo,projeto que será explicado no próximo post. O projeto teve como resultado de risco Verde, onde são aceitos e não necessitam de tratamento obrigatório para sua realização.

 

Segmentação Turística

Para o Ministério do Turismo, a segmentação é entendida como uma forma de organizar o turismo para fins de planejamento, gestão e mercado. Os segmentos turísticos podem ser estabelecidos a partir dos elementos de identidade da oferta e também das características e variáveis da demanda (BRASIL, Ministério do Turismo, 2006).

No segundo semestre de 2011 estudamos três segmentes em especial: Turismo de Aventura, Radical ou Ecoturismo. Vejamos o que eles são:

Turismo de Aventura: Baseado em Tahara, Alexandre K., Filho, Sandro Carnicelli & Schwartz, Gisele Maria (2006) explorar a busca de desafios, emoção, quebra de rotina, vivências junto à natureza. Estas atividades estão linkadas com atividade física e de lazer, mostrando que a busca pela qualidade de vida e/ou objetivos estéticos não precisam estar ligadas à ideia de realizar sacrifícios, mas sim ligada à ideia de prazer. Exemplo de atividade: trekking e arvorismo.

Fonte: http://turismo.culturamix.com/aventura/circuito-de-arvorismo

Turismo Radical: Baseado no artigo “Esportes Radicais você não pode ficar de fora!” (2007), esporte com alto grau de risco físico, que são praticados em condições extremas de altura, velocidade e emoção. Sendo necessários equipamentos de proteção, estado mental de calma e concentração. Exemplos: surf, mountain bike e bungee jumping.
Fonte: http://miorganicbodhi.blogspot.com/2011/04/mi-organic-bodhi.html

Ecoturismo: Com base no artigo “Ecoturismo no Brasil: teoria e realidade” (Cavalcante, Márcio, 2006) Ecoturismo é a prática de turismo de lazer, esportivo ou educacional, em áreas naturais, que se utiliza de forma sustentável dos patrimônios natural e cultural. Incentiva a sua conservação, promove a formação de consciência ambientalista e garante o bem estar das populações envolvidas.
Os principais objetivos do Ecoturismo:
·         Promover e desenvolver turismo com base cultural e ecologicamente sustentável;
·         Promover e incentivar investimentos em conservação dos recursos culturais e naturais utilizados;
·         Fazer com que a conservação beneficie materialmente comunidades envolvidas, pois somente servindo de fonte de renda alternativa estas se tomarão aliadas de ações conservacionistas;
·         Ser operado de acordo com critérios de mínimo impacto para ser uma ferramenta de proteção e conservação ambiental e cultural;
·         Educar e motivar pessoas através da participação e atividades a perceber a importância de áreas natural e culturalmente conservadas (EMBRATUR, 2004 apud CAVALCANTE, 2006).

Destacamos como exemplos de atividades de ecoturismo: Observações da fauna, caminhadas, tirolesa, entre outras.
Fonte: http://miorganicbodhi.blogspot.com/2011/04/mi-organic-bodhi.html

Os objetivos do Ecoturismo já dizem por si só a possibilidade da realização das atividades proporcionadas por este segmento. Além de trazer a consciência ambientalista, as estruturas necessárias são simples e não requer grandes elaborações.

Bibliografia

Brasil, Ministério do Turismo. Segmentação do Turismo: Marcos Conceituais. Brasília: Ministério do Turismo, 2006.

Cavalcante, Márcio Balbino. Ecoturismo no Brasil: teoria e realidade. Mundo Jovem, 2006.

Tahara, Alexandre K., Filho, Sandro Carnicelli & Schwartz, Gisele Maria. Meio Ambiente e Atividades de Aventura: Significados de participação. Rio Claro: Laboratório de Estudos do Lazer UNESP, 2006.